06/12/2011 Mundo Cultural
A pele que habito – Pedro Almodóvar
A pele que habito é um exemplo simultaneamente recatado e alegórico desse paradoxo futurista com ar retro. Baseado no livro Tarantula, de Thierry Jonquet, o filme conta a história do cirurgião plástico, Dr. Robert Ledgard, que mantém uma paciente refém em seu laboratório servindo de cobaia para experiências no desenvolvimento de uma pele artificial. Almodóvar usa o cinema como bisturi de sua arte: é na delicadeza de suas suturas que se revelam as brutalidades humanas. (fonte: Revista RollingStone)
HAPPY FEET 2: O PINGUIM
Erik (Ava Acres), filho de Mano (Elijah Wood) e Glória (Pink), está em busca do próprio talento no mundo dos pinguins, já que parece ter uma espécie de coreo-fobia. Por não querer dançar, Erik foge e conhece Sve (Hank Azaria), um pinguim que sabe voar. Como não pode competir com o novo amigo do filho, Mano perde as esperanças, mas uma ameaça une pai e filho na luta pela sobrevivência. (fonte: cineclick)
LIVRO
As esganadas – Jô Soares
Em As esganadas, o autor do best-seller O xangô de Baker Street explora mais uma vez tema que lhe é caro: os assassinatos em série. No entanto, tal como Alfred Hitchcock, que desprezava os romances policiais cujo objetivo se resume a descobrir quem é o criminoso (o famoso “whodonit”), Jô Soares revela logo no início não somente quem é o desalmado como sua motivação psicológica (melhor dizer psicanalítica) para matar. O delicioso núcleo narrativo está nas tentativas aparvalhadas da polícia de encontrar um criminoso que, além de muito esperto e de não despertar suspeita nenhuma, possui uma rara característica física que dificulta sobremaneira a utilização dos novos “métodos científicos” da polícia carioca.






